Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Balanço final

Considerada essa uma das melhores temporadas de futebol na historia desse esporte no Brasil; em 2008 não faltaram emoção, vibração e nem gols, muitos gols, mas está chegando ao fim, contudo, mesmo com números estatísticos lucrativos e entusiasmantes, em termos gerais não podemos afirmar que esse tenha sido um ano ímpar nem dentro e tampouco fora do campo de jogo. Os erros e camaradagens de toda a vida futebolística brasileira continuam embaraçando e desafiando o brio do esporte mais praticado aqui, a maldição do dirigente-ditador-amador ainda persiste em alguns clubes, os quais estão em situação nada animadora com relação à estrutura física e material humano. Ainda no ambiente externo aos gramados, o órgão disciplinador do desporto no país também se apresenta ostensivamente incôngruo e desaprumado, largamente criticado por absolvições inaceitáveis, em outras vezes por punições exageradas, está sempre no foco da polemica, não obstante disso tem poder limitadíssimo, qualquer ação por mais fervorosa que seja em diversas ocasiões e restringida por simples liminares, armistícios, etc. e tal. O famigerado efeito suspensivo é outro dos males do STJD, causou grande furor em julgamentos de jogadores importantes, que acabaram isentados da pena. Ainda fora de campo, a imprensa esportiva continua a mesma, senão pior, o jornalismo bairrista recheado de interesses subsiste vulgarmente; o desaparecimento da mídia de jornalistas com credibilidade, em revés com aparecimento de crápulas libertinos sem instrução moral é um fato a lamentar e a colocar no altar da decadência da mídia –marqueteira-esportiva brasileira. Exportar jogadores brasileiros nunca foi um negócio tão rentável como nos últimos anos. Em 2007 a venda de atletas para o exterior bateu recorde, atingindo a marca de US$ 222,6 milhões. A balança comercial do futebol em 2008 apresentou um sutil equilíbrio, isso graças a um fenômeno inédito, a grande invasão de jogadores estrangeiros, sul-americanos, principalmente argentinos, chilenos, mas não há exceção, tivemos bolivianos, paraguaios, uruguaios, colombianos, todos aos montes, estamos mais atrativos ou estamos produzindo menos talentos? Talvez sejam a combinação desses dois fatores, aliado a grande “fuga de cérebros” talentosos para países sem expressão no futebol mundial, arábias, EUA, leste europeu, etc.. Craques no nosso país só se estiverem em recuperação ou em fim de carreira; a nova moda é declarar amor a um clube antes de ser transferido para o exterior e dizer que um dia deseja voltar a esse clube. 

O estatuto do torcedor consolida-se como uma lei que não pegou, e mais, transformou-se num desrespeito, pois, a partir do momento que não há o cumprimento do estabelecido, o principal interessado sai lesado, ofendido, prejudicado com a falta de responsabilidade dos administradores dos clubes e federações. Nas arquibancadas a festa da torcida continua sendo um espetáculo à parte, em alguns estádios as famílias voltaram a freqüentar os jogos, embora isso não seja uma constante. Entretanto, as brigas entre torcidas organizadas estão cada vez mais se aperfeiçoando, agora os torcedores brigões marcam pela internet o lugar do embate, a falta de segurança e um elemento crucial na investida pela paz no futebol, e não só em tempos de Copa do Mundo. Esse ano a arrecadação foi algo estonteante, o total no Campeonato brasileiro gira em torno de R$ 95.770.022,35. Os cinco primeiros colocados do Campeonato brasileiro detêm os recordes de publico e arrecadação. São Paulo, Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo, juntos, tiveram lucro liquido de 46.024.160 milhões, e tiveram o apoio de 2.514.481 milhões de torcedores. Dentro dos gramados, imperfeitos, cheios de buracos, o jogo em si desenvolveu-se ala o basquete americano, times retrancados, jogando em contra-ataque, sem criatividade no meio campo, falta de habilidade, futebol-força, são os novos tons do futebol pentacampeão do mundo, um futebol enlatado. Dificilmente se vê lances geniais, dribles, o que aparenta é que os jogadores são desencorajados a fazer tais jogadas. A prática costumeira da troca excessiva de técnicos não desapareceu da cultura gestora-administrativa, se vê nesse entorno que inexiste qualquer tipo de plano de trabalho para o técnico. A arbitragem foi um ponto a ser destacada nessa temporada, repleta de altos e baixos, e nunca antes tão questionada; muitos times prejudicados, outros favorecidos, por exemplo, o líder São Paulo, segundo o site Globo Esporte, favorecido 12 vezes pela arbitragem. Definitivamente, um problema insanável e que merece ser observado a “olho cru” pela CBF. Os votos que ficam para 2009 é o de voltarmos a ter o futebol singular que tínhamos, mas que foi se esvaindo ao longo dos anos. Esperar que as administrações melhorem é uma peleja preferível de não enfrentar por enquanto, não adianta nos enchermos de expectativa. Mas, enfim, devolvam o nosso futebol.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Kaká o brasileiro do ano


Sem dúvida nenhuma o brasileiro mais falado e comentado no mundo em 2007, foi o jogador do Milan e da seleção brasileira, Kaká; e não é para menos, esse ano o jogador venceu praticamente todos os campeonatos que jogou; venceu a liga dos campeões, sendo nesse torneio o artilheiro e considerado o melhor jogador; outra grande conquista foi o mundial da FIFA, aqui Kaká levou seu time ao título e ainda foi o melhor jogador da final. Ele que já havia ganho a Bola de ouro da revista France Football, recebeu das mãos de Pelé o troféu de melhor jogador do mundo em 2007, pela FIFA. Para terminar o ano, ainda foi eleito pela Federação Internacional de Futebolistas Profissionais (FIFPro), melhor jogador do mundo. Apesar de todas essas premiações, a maior que ele recebeu esse ano, foi a notícia de que será pai pela primeira vez, sem dúvida o maior e melhor presente que esse craque do futebol mundial poderia receber. Kaká vai sentir muita saudade de 2007, ano em que ele colocou o mundo aos seus pés.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Um time medroso


A seleção mais uma vez envergonhou todos nós com um futebol medíocre, e porque não dizer, medroso. As estrelas do time decepcionaram novamente, dessa vez nem kaká escapou, as exceções, foram o goleiro Júlio César, e o atacante "brigador" Luís Fabiano, que talvez será nosso tão procurado camisa nove. Na parte tática, o jogo foi bem aberto, principalmente porque a defesa brasileira estava mal postada em campo, o que facilitou a entrada dos meias uruguaios; a seleção só deu um chute à gol em todo o segundo tempo, por sorte, esse único chute foi o gol da virada. Ainda bem, porque se tivesse pelo menos empatado estaria fora da zona de classificação para a copa. Agora só haverá jogo do Brasil pelas eliminatórias, em junho; esperamos que nesse próximo encontro, a seleção jogue com outra mentalidade, e sem esse medo de atacar os times adversários, pois, os jogadores tem que entender que somos a melhor seleção do mundo, e não podemos ter receio em demonstrar isso dentro do campo. Esperaremos que esse "brasil", seja diferente; que seja aquele Brasil que sempre encantou o mundo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Um joguinho chato

Brasil e Peru fizeram um jogo bastante chato, o Peru sem demonstrar nenhum poder técnico nem tático, pressionou somente em alguns minutos do primeiro tempo, e em um lance de desatenção da zaga brasileira, conseguiu o empate. Na seleção quem fez a diferença mais uma vez foi Kaká, que marcou um golaço. Esse jogo demonstrou mais uma vez que nossa seleção brasileira tem muito o que melhorar, principalmente as grandes estrelas do time, como o apagado Ronaldinho gaúcho, e Robinho que não jogou bem contra o Peru.
Esperamos que quarta-feira, não mude só o modo de jogar, já que o Brasil terá a torcida ao seu favor, mas esperamos que mude a atitude dos craques do time, que precisam provar porque merecem está na seleção.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Brasil X Peru, segurança exagerada?


Domingo, dia 18 de Novembro, Brasil e Peru farão um jogo pelas eliminatórias de copa de 2010, dentro de campo tudo normal, mas fora dele um fato atípico será bem notado por todos; 11 mil, eu disse 11 mil, policiais farão a segurança dentro e fora do estádio Monumental de Ate, além do mais, o limite de pessoas foi reduzido para 58 mil, uma grande redução, já que a capacidade do estádio chega a 80 mil pessoas; embora um pouco exageradas, essas medidas de segurança são um bom caminho para que tenhamos um belo espetáculo no domingo.